� ONE LOVE �




VIDEOS
AUGUSTUS PABLO JAVA

LEE PERRY STUDIO

Solano Jacob & QG Imperial

Pra voce qual o melhor
vocalista de reggae do
Brasil?

Solano Jacob
Fauzy (tribo de Jah)
Alexandre (natiruts)
Led Dada (le�es de israel)
Junior Dread (ex reggae style)
Helio Bentes (ponto)
Junior ( Jah Live )
Rodrigo (mato seco)
Edson Gomes
Sine Calmon
Nengo Vieira
Outros





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30/04/2005 12:20
Reggae é Paz


Lee ’Scratch’ Perry começou sua carreira trabalhando como faz-tudo no Studio One, sob as ordens do lendário produtor Coxsone Dodd. Em meados da década de 60, ele era um misto de mensageiro, técnico de som, compositor, deejay, segurança e também vocalista, mostrando todo seu ecletismo (foi lá que gravou as faixas reunidas em CHICKEN SCRATCH, cuja capa pode ser vista abaixo). Depois de sete anos de trabalho, brigou com Coxsone por causa dos parcos salários e da falta de reconhecimento e foi trabalhar com Joe Gibbs, que na época ainda não era um produtor, mas tinha muita grana. Perry passou a comandar o selo de Gibbs, conseguindo alguns hits com suas produções, entre elas uma música onde fazia acusações diretas ao seu ex-patrão. Pouco tempo depois deixou o novo chefe, novamente atirando para todos os lados, dando mostras do seu gênio terrível e da sua forte personalidade. A partir de 68 passou a trabalhar por conta própria criando seu próprio selo, o Upsetter, e recrutando alguns jovens músicos para formar sua banda de estúdio, os Upsetters. A formação incluia os irmãos Family Man e Carlton Barret no baixo/bateria, o guitarrista Alva Lewis, o tecladista Glen Adams e Max Romeo nos vocais. Na época todos circulavam por Kingston assintindo filmes do estilo ’western-spagueti’ no cinema, à tarde, e passando as noites no estúdio, onde, devidamente inspirados, criavam ritmos demolidores. Em 69 Perry emplacou um hit com a banda na Inglaterra justamente inspirado em tais filmes,"Return of Django", o que lhe lhes rendeu seis semanas de shows, a primeira turnê de um grupo jamaicano por lá. Foi justamente nessa época que os caminhos de Lee Perry se cruzaram com os de Bob Marley, em termos profissionais, visto que eles já se conheciam dos tempos do ska, tendo ambos trabalhado com Coxsone no Studio One.
MUSICAS
Scratch The Dub Organiser
http://nintendoplanetvideo.free.fr/zik/Lee%20Perry%20-%20Scratch%20The%20Dub%20Organ.mp3
Africa
http://nintendoplanetvideo.free.fr/zik/Lee%20Perry%20Vs.%20King%20Tubby%20-%20Africa.mp3


ISRAEL VIBRATON


Israel Vibration é, sem sombra de dúvidas, um dos grandes nomes do reggae. Com certeza, um nome digno de respeito e reconhecimento de qualquer um que já pôde conferir o som dos caras. As vibrações positivas que emanam de suas músicas são impecáveis, e vivem por mais de duas décadas. O Israel tem um feitiço musical, conseguindo unir reggae de raiz tradicional com um som hipnotizante e mensagens profundamente espirituais.
Os integrantes da atual dupla, Cecil Spence (Skelly) e Lascelle Bulgin (Wiss) são naturais da Jamaica, e vítimas de poliomielite. Eles se conheceram, quando crianças, no "Centro de Reabilitação Mona", onde foram internados por suas famílias. Aprenderam cedo como sobreviver no mundo, e embora a poliomielite seja uma doença séria, eles nunca deixaram que isso viesse a atrapalhar a criatividade, o desempenho e a força de vontade. Acharam força na fé Rastafari e começaram a compor e cantar canções que expressassem suas convicções espirituais.
Tanta espiritualidade acabou causando o afastamento do Centro de Reabilitação Mona. Destemidos, eles encontraram o que precisavam na música, que fez com que ganhassem o apoio da comunidade local, proporcionando encorajamento para seguir em frente com a carreira. A primeira gravação foi em 1978, que rendeu o álbum Same Song pela EMI. A partir daí, surgiu uma atenção internacional pelos caras. Depois de um tempo, a carreira fonográfica do Israel parecia estar indo por água abaixo, pois assim como muitos artistas jamaicanos, foram induzidos à uma indústria local infestada naquele momento, por prática de contabilidade questionável, pirataria musical, e falta de apoio de excursão. Em 1983, eles se separaram e seus membros foram para os Estados Unidos em busca de um cuidado médico adequado e também de projetos individuais.
Musicas
Standig Corner
http://www.studiobunker.de/versions/israel%20vibration%20standing%20corner.mp3
Jah Jah time has come
http://pnvideo.free.fr/zik/israel%20vibration%20-%20jah%20jah%20time%20has%20come.mp3
Stick a Buch - Gladiators e Israel Vibration
http://skateculture.free.fr/pages/fichiers/mp3/gladiators%20and%20Israel%20vibration-Stick%20a%20bush.mp3
What The Use
http://orange.street.free.fr/Sounds/reggae2/IsraelVibrationWhatTheUse.mp3




Horace Andy, de Kingston, 1951, começou com suas primeiras gravações, " Blackman’s Country" e " May Never See My Baby" em 1967 para o produtor Phil Pratt, mas não conseguiu o sucesso imediato, talvez porque tentou em vão soar como seu então idolo, o cantor de rocksteady Delroy Wilson. Andy é uma das mais distintas vozes reggae, tendo estréia em 1988 com "Jah Shaka Meets Andy Horace", e desde aí tem seguido as linhas mestras do reggae e dub, até ao último, "Moonlight Lover", lançado em Março deste ano. Desde 1991, este veterano alinha como convidado especial dos britânicos Massive Attack, dando voz a "Blue Lines", "Protection" ou ao mais recente "Mezzanine" de 1998. O Festival Meskla, cujos espectáculos se dividem entre o Instituo de Formação Cénica e Teatral e a Voz do Operário, reúne ainda outras presenças musicais de relevo, entre elas a cantora Amina Alaoui e a famosa voz de Tuva, Sainkho Namchylak, que já no ao de 2002 atuou na Fundação Serralves, no Porto. Ambas sobem ao palco dia 22 de Novembro, na véspera da atuação do guitarrista português, Mário Delgado, e de Joe McPhee, uma das mais conceituadas figuras do jazz "avant-garde" e do free jazz. Na noite de encerramento do festival, a 24 de Novembro, é a vez dos concertos de Ijahman Levy e do referido reggae man, Horace Andy.
Musicas
You are my Angel
http://www.studiobunker.de/versions/horace%20Andy%20-%20You%20are%20my%20angel.mp3
Spying Glass
http://www.piccadillyrecords.com/mp3/Horace%20Andy%20-%20Spying%20Glass.mp3
Aint No Sunshine
http://orange.street.free.fr/Sounds/reggae1/HoraceAndyAintNoSunshine.mp3




banda de reggae Reação, hoje radicada no Alto do Morro da Reação, no bairro Santos Dumont, periferia de Aracaju, faz o autêntico reggae roots com teor militante. Suas letras cantam contra as injustiças sociais, os maus-tratos para com o povo negro, a violência policial, o descaso de alguns políticos, a exterminação dos nossos índios e tantos outros temas.
A Reação começou a sua carreira na ilha de Atalaia Nova, em 20 de novembro de 2000. Foi lá que aconteceram os primeiros ensaios, durando cerca de um ano. Depois disso, a banda já se sentia preparada para começar a fazer shows e apresentar ao público as suas composições. O começo foi difícil, pois a banda insistia em trabalhar suas próprias músicas, quando o público sergipano estava mais acostumado com as músicas e bandas covers. Mas a Reação não desistiu e logo o público começou a entender a mensagem e acompanhar a banda seja onde ela se apresentasse.
Os integrantes da Reação são remanescentes de duas bandas já extintas: a Utilidade Pública e a Lion Soul. Da primeira, gerou-se a Reação (Wipson Firmino, Ana de Paula, André Levy, J. Moziah, Ana Mendes) e a Guerreiros Revolucionários, da segunda vieram alguns integrantes, como André Levy, Wipson Firmino e Ras Lau. Juntos, “os reatores” começaram a produzir e compor novas músicas, no começo, inspiradas pela fé em Deus e na observação das diferenças sociais, da discriminação racial e da opressão policial, muitas vezes, sentida pelos próprios músicos. Depois, outros temas começaram a povoar as composições dos “reatores”.
Quase três anos depois, a Reação já começa a alçar seus primeiros vôos. Em Aracaju, a banda conquistou um público maravilhoso, que vai a todos os seus shows, canta suas músicas e faz com que a mensagem revolucionária da banda se propague e chegue a novas mentes. Agora, chegou a vez do Nordeste e do Brasil como um todo. Os primeiros que tiveram a felicidade de ouvir a mensagem da Reação foram os irmãos pernambucanos, que em fevereiro – durante a Bienal da UNE 2003 – tiveram a oportunidade de assistir aos 05 shows que a banda fez na terra do frevo e do maracatu. De volta a Aracaju, a banda participou de alguns shows e festivais, tocando com: Vibrações Rasta/AL, Nengo Vieira & Tribo D´Abrãao/BA, Natiruts/DF, Dj Dolores/SE, Lobão/RJ, Adão Negro/BA entre outros.
MUSICAS
Não é Facil
http://www.infonet.com.br/reacao/mp3/nao_e_facil.mp3
Shamã
http://www.infonet.com.br/reacao/mp3/shama.mp3


DANCEHALL

Roots e Dancehall são lados da mesma moeda, dois estilos da mais pura Regae Music que comprovam a riqueza e diversidade da cultura jamaicana. Cada um é reflexo do seu tempo. Rejeitar o estilo conhecido como Dancehall é dar as costas para o Reggae.

HISTORIA
Em meados dos anos 80, o circuito dos dancehall vivia um particular momento de ebulição. Como era de praxe, os Sound-Systems se enfrentavam nos chamados soundclash, uma espécie de duelo musical onde o público era o juiz das performances de cada um. Foi em 85 que King Jammy, então o produtor mais popular, venceu uma dessas disputas com uma música que tinha uma base totalmente sintetizada e acabou criando um estilo musical que viraria o reggae de ponta a cabeça. Extraído de um teclado Casio, "Under mi Sleng Teng" era um riddim (do inglês rhythm; é a base de ritmo, sem os vocais) vigoroso e completamente diferente de tudo que havia sido feito até então.
Sem demora, outros produtores passaram a lançar riddims digitais, com grande sucesso. A febre se instalou no circuito dancehall, mostrando que era aquele tipo de som que as pessoas queriam curtir nas pistas de dança. A identificação com o gosto popular foi tão grande que esse estilo digital ficou conhecido com Dancehall, adotando o nome dos bailes de onde surgiu. Com o advento do Dancehall, o reggae ingressou novamente num período de grande vitalidade. Muitos selos/estúdios começaram a operar ao lado daqueles já estabelecidos. A cada momento surgia um novo nome para batalhar seu espaço num meio fervilhante de talentos e astros. Alguns veteranos dos tempos do roots seguiram a nova onda, sem no entanto perder suas convicções. Vários clubes abriram suas portas, novos festivais passaram a acontecer e surgiram revistas e jornais especializados. Uma rádio entrou no ar tocando reggae Roots e Dancehall vinte e quatro horas por dia.





MUSICAS
BUJU BANTON VS SIZZLA
http://www.jamaicans.com/music/audio/Round%202%20RSSWs%20Buju%20Banton%20vs.%20Sizzla.mp3
BRUTALITY
http://brownplanet.cucurucho.org/soundz/sizzla%20-%20sizzla%20brutality.mp3
Babylon ah listen
http://brownplanet.cucurucho.org/soundz/sizzla%20-%20babylon%20ah%20listen.mp3
Emperor Selassie
http://brownplanet.cucurucho.org/soundz/sizzla%20-%20emperor%20selassie.mp3


enviada por ¥EdErSoN¥






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